Permanecer na categoria OPEN e buscar seu espaço no mundo bodybuilder

Desde o seu surgimento como atleta profissional em San Marino, Rafael Brandão mostrou que sua linha é seu ponto chave para disputar na categoria OPEN.

Rafael Brandão pó San Marino 2017

Mas a categoria men’s bodybuilding OPEN não seria na sua essência em volume? Houve uma época que não era assim, de volta nos anos 70/80, fisiculturistas como Frank Zane, dominavam o cenário. Um visual mais estético era o principal.

Frank Zane década de 70

Mas se levanta outro questionamento: se houvesse mais recursos  na década de 70/80 os fisiculturistas utilizariam? Acredito que a resposta em sua grande maioria seria: SIM.

Frank Zane, Vamos Crescer

A essência do fisiculturismo é abandonar a humanidade. Transpor os limites da mente e corpo, lutar contra o que é mais humano que é se preservar, arriscar inúmeros fatores pela motivação de ter o novo, o inatingível.

Esse novo pode ser volume, força muscular ou um alto rendimento. Ser humano, não faz parte de ser um bodybuilder devido às proporções.

Pode ter certeza, que Rafael Brandão vai continuar na categoria OPEN e, provavelmente, respeitando o tempo do seu corpo vai adicionando mais volume. No momento, ele está “queimando a cara”, disputando o máximo de campeonatos possíveis, para permanecer no cenário do esporte e, agora, ter uma evolução acompanhada pelos árbitros mais importantes do mundo.

 

Pois nunca que atletas como Big Ramy e, outros vão sacrificar anos de ganho de massa muscular para ter um físico mais estético. A categoria OPEN são esses titãs, no sentido mais grego da palavra, que lutam pelo seu espaço no Olimpo.

Big Ramy, Mr Olympia 2017

Pergunta pros atletas da década de 70, se eles tivessem mais recursos para ganho de volume se eles não tentariam? Então não tem porque questionar o volume desses grandes atletas, pois sacrificam outros pontos de sua vida para ter o inatingível.

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